Bugatti: história, origem, Ettore Bugatti, modelos icônicos e curiosidades

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Bugatti: história, origem, Ettore Bugatti, modelos icônicos e curiosidades

2026-08-12
10 min de leitura

Conheça a história da Bugatti, desde sua fundação por Ettore Bugatti até os modernos Veyron, Chiron e Tourbillon. Descubra o significado do logo, a origem da famosa grade em ferradura, os modelos mais importantes e as tecnologias que transformaram a Bugatti em uma das marcas mais exclusivas do mundo.

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Bugatti: a história da marca que transformou velocidade em arte

Poucas fabricantes de automóveis possuem uma história tão fascinante quanto a Bugatti.

Fundada por Ettore Bugatti em 1909, em Molsheim, na região da Alsácia, a marca construiu sua reputação combinando três elementos que continuam presentes em seus carros: desempenho, engenharia e design.

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Ao longo de mais de um século, a Bugatti produziu carros de corrida extremamente vencedores, automóveis de luxo, modelos raríssimos e, mais recentemente, alguns dos hipercarros mais rápidos já construídos.

Do lendário Type 35 ao revolucionário Veyron, passando pelo Chiron e chegando ao atual Tourbillon, a história da Bugatti é marcada pela busca constante por algo que a própria filosofia da marca resume em uma frase:

"If comparable, it is no longer Bugatti." Se for comparável, já não é Bugatti.

Neste artigo, você vai conhecer a origem da Bugatti, quem foi Ettore Bugatti, o significado do seu famoso logo, os principais modelos, recordes, tecnologias e curiosidades que fizeram da marca uma das maiores referências do mundo dos supercarros.


A origem da Bugatti

A história da Bugatti começa com Ettore Arco Isidoro Bugatti, nascido em 1881, em Milão, na Itália.

Ettore cresceu em uma família profundamente ligada às artes.

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Seu pai, Carlo Bugatti, era designer e fabricante de móveis, enquanto seu irmão Rembrandt Bugatti tornou-se um famoso escultor.

Essa influência artística teria enorme importância na maneira como Ettore enxergava os automóveis.

Para ele, um carro não deveria ser apenas uma máquina eficiente.

Ele deveria também ser bonito.


Quem foi Ettore Bugatti?

Ettore Bugatti foi engenheiro, empresário, inventor e designer.

Desde jovem demonstrou talento para mecânica e começou a trabalhar no desenvolvimento de automóveis ainda no final do século XIX.

Antes de fundar sua própria empresa, Ettore trabalhou em diferentes fabricantes e projetos automotivos.

Sua experiência ajudou a formar uma filosofia que posteriormente se tornaria a identidade da Bugatti: engenharia sofisticada combinada com beleza e atenção aos mínimos detalhes.

Em 1909, Ettore estabeleceu sua própria fabricante em Molsheim, na Alsácia.

Nascia oficialmente a Bugatti.


Quando a Bugatti foi fundada?

A Bugatti foi fundada em 1909, em Molsheim.

Seu primeiro grande modelo foi o Type 13, um pequeno automóvel que já demonstrava a preocupação de Ettore com leveza, dirigibilidade e precisão mecânica.

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O Type 13 também foi importante para estabelecer elementos que posteriormente se tornariam características da marca.

A Bugatti começou rapidamente a participar de competições e encontrou nas pistas uma maneira de provar a eficiência de seus projetos.


O significado do logo da Bugatti

O famoso emblema oval vermelho da Bugatti é conhecido como Macaron.

Ele foi criado pelo próprio Ettore Bugatti no início da história da empresa.

O símbolo apresenta o nome BUGATTI em branco, as iniciais EB, referentes a Ettore Bugatti, e uma série de pontos vermelhos ao redor do emblema.

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Existe uma curiosidade interessante sobre esses pontos.

Durante muito tempo, surgiu a história de que eles representariam pérolas, simbolizando riqueza e independência.

A própria Bugatti explica que, na realidade, os pontos fazem referência a elementos de fixação utilizados em peças mecânicas.

O vermelho representa força e paixão, enquanto o branco está associado à elegância e nobreza.


Por que a Bugatti tem uma grade em formato de ferradura?

A famosa grade frontal em formato de ferradura é um dos elementos mais reconhecidos da Bugatti.

Mas sua origem é um pouco diferente do que o nome sugere.

A primeira inspiração veio de uma forma oval semelhante a um ovo, influenciada pelo trabalho artístico de Carlo Bugatti, pai de Ettore.

Ettore também era apaixonado por cavalos e criava animais em sua propriedade.

Com o desenvolvimento do Type 35, em 1924, a parte inferior da grade foi modificada por razões aerodinâmicas e de posicionamento.

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O resultado acabou criando o formato de ferradura que conhecemos atualmente.

Com o passar das décadas, a grade se transformou em uma verdadeira assinatura visual da Bugatti.


Bugatti Type 35: o primeiro grande ícone

Se existe um carro que ajudou a construir a lenda da Bugatti, é o Type 35.

Apresentado em 1924, o modelo revolucionou as corridas com sua combinação de baixo peso, excelente dirigibilidade e engenharia avançada.

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O Type 35 utilizava um motor de oito cilindros em linha e rapidamente começou a conquistar vitórias em competições internacionais.

A Bugatti afirma que o Type 35 e suas derivações conquistaram aproximadamente 2.500 vitórias durante seu período de atividade.

Entre 1925 e 1929, o modelo venceu a Targa Florio cinco vezes consecutivas, uma das provas mais difíceis da época.

O sucesso nas pistas transformou o Type 35 em uma das maiores lendas do automobilismo.


Bugatti Type 41 Royale: luxo em escala monumental

A Bugatti não produziu apenas carros de corrida.

Ettore também queria construir automóveis extremamente luxuosos.

O resultado foi o Type 41 Royale, apresentado na década de 1920.

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O modelo tinha dimensões enormes e utilizava um motor de oito cilindros em linha com impressionantes 12,8 litros de cilindrada.

Seu público-alvo era formado pela elite da época, incluindo membros da realeza e grandes empresários.

A produção extremamente limitada tornou o Royale um dos automóveis clássicos mais exclusivos da história.


Bugatti Type 57 e o lendário Atlantic

Na década de 1930, o filho de Ettore, Jean Bugatti, passou a desempenhar papel cada vez mais importante nos projetos da empresa.

Um de seus maiores trabalhos foi o Type 57.

Apresentado em 1934, o modelo combinava desempenho, luxo e design sofisticado.

A versão mais famosa foi o Type 57 SC Atlantic.

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Apenas quatro exemplares foram produzidos entre 1936 e 1938.

O Atlantic é considerado um dos automóveis mais valiosos e desejados do mundo.

Seu design possui uma característica extremamente marcante: a estrutura rebitada que percorre a carroceria.

Até hoje, o Type 57 SC Atlantic é uma das maiores referências de design da história da Bugatti.


O fim da primeira era da Bugatti

A história original da Bugatti sofreu um duro golpe com a Segunda Guerra Mundial.

Ettore Bugatti morreu em 1947 e a empresa enfrentou grandes dificuldades nos anos seguintes.

A produção de automóveis acabou sendo interrompida.

Durante décadas, o nome Bugatti permaneceu praticamente adormecido no mercado de automóveis de alto desempenho.

Mas a história estava longe de terminar.


O renascimento com o Bugatti EB110

Na década de 1980, o empresário italiano Romano Artioli decidiu reviver a Bugatti.

A nova empresa foi estabelecida na Itália e desenvolveu um supercarro extremamente avançado.

O resultado foi o Bugatti EB110, apresentado em 1991.

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O nome EB110 é uma homenagem a Ettore Bugatti e ao seu 110º aniversário.

O EB110 utilizava um motor V12 de 3,5 litros com quatro turbocompressores, tração integral e monocoque de fibra de carbono.

Para sua época, era uma verdadeira revolução tecnológica.

Apesar de sua engenharia impressionante, a nova Bugatti enfrentou dificuldades financeiras e a empresa acabou encerrando suas atividades.


A Bugatti entra em uma nova era

No final da década de 1990, o Grupo Volkswagen adquiriu os direitos da marca Bugatti.

O objetivo era criar um automóvel que ultrapassasse praticamente todos os limites conhecidos de desempenho.

Foi assim que começou o desenvolvimento do Veyron.


Bugatti Veyron: o carro que mudou os hipercarros

Lançado em 2005, o Bugatti Veyron 16.4 mudou completamente a indústria automotiva.

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O projeto tinha metas consideradas absurdas para um carro de produção:

  • Mais de 1.000 cv
  • Velocidade superior a 400 km/h
  • Aceleração de 0 a 100 km/h em menos de 3 segundos
  • Conforto e dirigibilidade utilizáveis nas ruas

O resultado foi um motor W16 de 8,0 litros com quatro turbocompressores, produzindo 1.001 cv e 1.250 Nm de torque.

O Veyron atingia oficialmente 407 km/h.

Em 2005, tornou-se o primeiro carro de produção a ultrapassar a barreira dos 400 km/h.

Mais do que um supercarro, o Veyron ajudou a popularizar o termo hipercarro.


Veyron Super Sport: 431 km/h

A Bugatti continuou evoluindo o Veyron.

Em 2010 surgiu o Veyron 16.4 Super Sport, equipado com uma versão de 1.200 cv do W16.

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O modelo alcançou 431,072 km/h, estabelecendo um recorde mundial de velocidade para um carro de produção na época.

Também foi criada uma versão conversível extremamente rápida, o Veyron Grand Sport Vitesse, que atingiu 408,84 km/h.

A Bugatti havia transformado a velocidade extrema em sua principal assinatura.


Bugatti Chiron: uma nova geração

Em 2016, a Bugatti apresentou o Chiron, sucessor do Veyron.

O modelo manteve o lendário W16 de 8,0 litros, mas elevou sua potência para 1.500 cv e 1.600 Nm de torque.

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O Chiron combinava desempenho extremo com um nível de luxo e acabamento digno dos mais sofisticados automóveis do mundo.

Sua produção foi limitada a 500 unidades.

Além da versão convencional, surgiram derivados extremamente exclusivos, como:

  • Chiron Sport
  • Chiron Pur Sport
  • Chiron Super Sport
  • Chiron Profilée

Chiron Super Sport 300+: o primeiro a superar 300 mph

Em 2019, a Bugatti voltou a entrar para a história.

Um protótipo derivado do Chiron Super Sport alcançou 490,484 km/h, ou 304,773 mph, tornando-se o primeiro carro de um fabricante de produção a superar a barreira dos 300 mph.

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O feito foi realizado pelo piloto de testes Andy Wallace no circuito de Ehra-Lessien, na Alemanha.

Para celebrar o recorde, a Bugatti produziu apenas 30 unidades do Chiron Super Sport 300+.


Bugatti Mistral: o último W16 conversível

O Mistral foi apresentado como uma homenagem ao lendário motor W16 da era moderna.

O modelo utiliza o motor W16 de 8,0 litros e possui carroceria aberta.

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Sua produção foi limitada a apenas 99 unidades.

O Mistral marcou o encerramento de uma era para o W16 em modelos de rua da Bugatti.


Bugatti Tourbillon: o início de uma nova era

Em 2024, a Bugatti apresentou o Tourbillon, seu novo hipercarro desenvolvido para substituir o Chiron.

O modelo representa uma mudança radical na tecnologia.

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Em vez do W16 biturbo utilizado no Veyron e Chiron, o Tourbillon utiliza um novo motor V16 naturalmente aspirado de 8,3 litros, desenvolvido com a Cosworth.

O motor produz 1.000 cv.

Além dele, existem três motores elétricos que acrescentam outros 800 cv.

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O resultado é uma potência combinada de 1.800 cv.

O sistema híbrido também possui tração integral e torque vectoring.

A produção será limitada a apenas 250 unidades, com entregas previstas a partir de 2026.


Por que o Tourbillon é tão importante?

O Tourbillon representa uma mudança de filosofia.

Enquanto muitos fabricantes estão reduzindo drasticamente o tamanho dos motores de combustão, a Bugatti decidiu criar um enorme V16 naturalmente aspirado.

O objetivo não é simplesmente substituir o motor a combustão pela eletrificação.

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A tecnologia elétrica é utilizada para complementar o motor e aumentar desempenho, resposta e eficiência.

O Tourbillon utiliza ainda materiais avançados, monocoque de fibra de carbono, bateria estrutural e componentes desenvolvidos para reduzir peso.

É a interpretação moderna da filosofia de Ettore Bugatti: tecnologia extrema sem abrir mão da beleza.


As principais tecnologias da Bugatti

A história da Bugatti é marcada por soluções técnicas avançadas.

Entre elas estão:

  • Motores de alta cilindrada e alta potência
  • Motores W16 com quatro turbocompressores
  • Motor V16 naturalmente aspirado
  • Fibra de carbono
  • Monocoques estruturais
  • Aerodinâmica ativa
  • Tração integral
  • Torque vectoring
  • Freios de alto desempenho
  • Sistemas híbridos
  • Materiais ultraleves
  • Fabricação artesanal

A Bugatti também investe fortemente em aerodinâmica.

Nos modelos modernos, cada entrada de ar, linha da carroceria e componente possui uma função específica.


O que torna uma Bugatti diferente?

A Bugatti não tenta simplesmente produzir o carro mais rápido.

A filosofia da marca combina velocidade, luxo, exclusividade e design.

Seus automóveis são produzidos em quantidades extremamente limitadas e possuem alto grau de personalização.

A produção continua concentrada em Molsheim, na França, local histórico da marca.

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A fabricação artesanal também faz parte da experiência.

Cada Bugatti é configurada individualmente pelo cliente, com diferentes opções de materiais, cores e acabamentos.


Os modelos mais importantes da história da Bugatti

Bugatti Type 13

Um dos primeiros modelos importantes da marca e responsável por estabelecer sua reputação inicial.

Bugatti Type 35

Um dos carros de corrida mais bem-sucedidos da história, com milhares de vitórias.

Bugatti Type 41 Royale

Símbolo do luxo extremo da década de 1920.

Bugatti Type 57 SC Atlantic

Um dos carros clássicos mais raros e valiosos do mundo.

Bugatti EB110

O modelo que reviveu a marca na década de 1990 e introduziu tecnologias extremamente avançadas para sua época.

Bugatti Veyron

O carro que inaugurou uma nova era de hipercarros ao ultrapassar 1.000 cv e 400 km/h.

Bugatti Chiron

Sucessor do Veyron e um dos carros de produção mais rápidos e potentes de sua geração.

Bugatti Divo

Versão extremamente limitada do Chiron desenvolvida com foco ainda maior em desempenho e comportamento dinâmico.

Bugatti La Voiture Noire

Um dos modelos modernos mais exclusivos da marca, inspirado no lendário Type 57 SC Atlantic.

Bugatti Bolide

Hipercarro desenvolvido especificamente para utilização em pista.

Bugatti Mistral

O último roadster equipado com o lendário motor W16.

Bugatti Tourbillon

A nova geração da marca, combinando um V16 naturalmente aspirado com três motores elétricos.


Bugatti atualmente

Atualmente, a Bugatti faz parte da Bugatti Rimac, estrutura criada em 2021 para reunir a Bugatti e a Rimac.

Em abril de 2026, a Porsche anunciou um acordo para vender sua participação na Bugatti Rimac e na Rimac Group a um consórcio liderado pela HOF Capital, em parceria com a Rimac Group.

A conclusão da operação ainda depende das aprovações regulatórias necessárias.

A Bugatti continua mantendo sua sede histórica em Molsheim, na França, e segue desenvolvendo a nova geração de hipercarros.

O Tourbillon representa o primeiro grande projeto desenvolvido integralmente sob a estrutura Bugatti Rimac.


Curiosidades sobre a Bugatti

Ettore Bugatti também era apaixonado por cavalos

A paixão de Ettore por cavalos influenciou sua vida e também alguns elementos do design dos automóveis.

Ele criava cavalos e possuía carruagens em sua propriedade.


A Bugatti tem uma ligação forte com as artes

O pai de Ettore, Carlo Bugatti, era designer e seu irmão Rembrandt Bugatti era escultor.

Essa influência artística ajudou a explicar a importância que a marca sempre deu ao design.


O Type 35 venceu milhares de corridas

O Type 35 e suas derivações conquistaram aproximadamente 2.500 vitórias durante seu período de competição.


O Veyron criou uma nova categoria

Com mais de 1.000 cv e velocidade superior a 400 km/h, o Veyron ajudou a estabelecer o conceito moderno de hipercarro.


O Chiron quase chegou aos 500 km/h

Uma versão derivada do Chiron alcançou 490,484 km/h em 2019.

Foi a primeira vez que um carro de um fabricante de produção ultrapassou 300 mph.


O Tourbillon abandonou o W16

Depois de duas décadas utilizando o W16 de 8,0 litros nos modelos Veyron e Chiron, a Bugatti adotou um novo V16 naturalmente aspirado no Tourbillon.


A Bugatti não produz carros em grande escala

A exclusividade é parte fundamental da estratégia da marca.

Modelos como Chiron, Mistral e Tourbillon possuem produção extremamente limitada.


Perguntas frequentes sobre a Bugatti

Quem fundou a Bugatti?

A Bugatti foi fundada por Ettore Bugatti em 1909.

Onde nasceu a Bugatti?

A marca nasceu em Molsheim, na região da Alsácia, atualmente na França.

O que significa o logo da Bugatti?

O logo traz o nome Bugatti, as iniciais EB de Ettore Bugatti e 60 pontos ao redor do emblema.

Por que a Bugatti tem uma ferradura na frente?

A famosa grade surgiu da evolução de uma forma oval utilizada nos primeiros Bugatti. No Type 35, a alteração da parte inferior por razões aerodinâmicas criou o formato semelhante a uma ferradura.

Qual foi o primeiro Bugatti?

O Type 13 é considerado o primeiro modelo oficial da Bugatti.

Qual foi o Bugatti mais importante da história?

A resposta depende do período. Historicamente, o Type 35 é fundamental para o legado esportivo da marca, enquanto o Veyron foi decisivo para o renascimento moderno da Bugatti.

Qual é o Bugatti mais rápido?

O Chiron Super Sport 300+ alcançou 490,484 km/h em um recorde realizado com um protótipo derivado do modelo de produção.

Quantos cavalos tem o Bugatti Tourbillon?

O Tourbillon produz 1.800 cv combinando seu motor V16 naturalmente aspirado com três motores elétricos.

O Bugatti Tourbillon é híbrido?

Sim. O Tourbillon combina um V16 de 8,3 litros com três motores elétricos.

Onde são fabricados os Bugatti?

Os automóveis Bugatti continuam sendo produzidos artesanalmente em Molsheim, na França.


Conclusão

A história da Bugatti é marcada por uma combinação rara de engenharia, velocidade, luxo e arte.

Desde os primeiros projetos de Ettore Bugatti até o lendário Type 35, a marca construiu uma reputação nas pistas. Depois, modelos como o Type 41 Royale e o Type 57 SC Atlantic demonstraram que desempenho poderia coexistir com luxo e design excepcional.

Décadas mais tarde, o EB110 reviveu o nome Bugatti e abriu caminho para a era moderna.

O Veyron levou a indústria a um novo patamar ao superar 1.000 cv e 400 km/h. O Chiron elevou ainda mais esses números e o Chiron Super Sport 300+ ultrapassou a barreira dos 300 mph.

Agora, o Tourbillon representa uma nova fase.

Com um V16 naturalmente aspirado e três motores elétricos, a Bugatti mostra que eletrificação e motores de combustão podem coexistir em uma proposta completamente diferente.

Mais de um século depois de sua fundação, a filosofia de Ettore Bugatti continua presente.

Na Bugatti, não basta ser rápido.

É preciso ser incomparável.

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